24 agosto 2010

Poema para suster o depois

Tinha na voz um quê de Dire Straits
e no olhar, maresia;
podia até voar agora
que ninguém desconfiaria.
Para ganhar o mundo
teria que fazer chorar
mesmo sem querer.
N’outro canto, eu,
de cansaço a esperar
ia apenas ver chover.


*** para ouvir: Tudo com você - Lulu Santos ***

2 comentários:

Assis Freitas disse...

tem chuva na voz à espera do acontecimento, o de depois


beijo

Ana Luiza Gonçalves. disse...

Eu adoro suas poesias, adoro seu perfil,adoro tudo aqui! Queria me inspirar com a mesma frequencia.
Beijo grande!