21 janeiro 2010

Amore

De tantos que merecem homenagens e tantos outros que pedem para ser, só consigo fazer de você, meu encanto, uma inspiração pura e interminável, que desde a mais tenra forma me encanta, com sua luz e seus olhinhos-espelhos, que nem a trovoada mais violenta é capaz de apagar, só os deixa ainda mais profundos... de azul-marinho. Eu sempre te soube diferente, mas me pego ainda surpresa por sua luz, sua pluralidade nérdica e seu coração que não tem portas para fechar. Você vai viver sempre como um pedaço do meu melhor, um pontinho iluminado, infinito azul como o céu do mais alto verão. A memória nunca vai ser pouca para querer-lhe bem, mas se o dia ficar pequeno demais, me perdoe, e saiba que estou a lhe abençoar com meu coração.

Um comentário:

Cris Linardi disse...

Pluralidade nérdica? Que mente, héin, poeta!
Parabéns! Esse poema tão mágico me faz lembrar que nada é mais belo do que a poesia. Sinto falta dela. Quero voltar a fazê-la.
Beijos mil!!!